Vik Muniz devorando Goya
quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010
Saturno feito de sucata, Vik Muniz devorando a obra de Goya

Saturno feito de sucata, Vik Muniz devorando a obra de Goya
Hoje, dia 17 inicia a Festa de Saturno. Música, maestro porque otimisto é a palavra do ciclo:
Beijos de uma lunática de Capricórnio, com espeto de Escorpião e euforia de Sagitário!
Feliz Saturnália, que abram os trabalhos!
E siga o calendário:
Dia 21 de dezembro, esteja ou não nas proximidades da Rua XV de Novembro em Curitiba, acontece o primeiro Flash Moby Saturnálico, aguarde!
Dia 22 de dezembro, Acuio bate-papo sobre os 12 signos no Beto Batata Original, no Alto da XV, às 17h. Leve um brinquedo.
Dia 23 de dezembro, ocorre a 1ª e inédita festa comemorativa da Festa de Saturno em Curitiba! Ió!
Já lhes disse que eu e Saturno temos uma história de amor?
Desde que iniciei o curso de Latim, ando respirando a 1°, a 2° e 3° declinações, mais uma infinidade de vocábulos e verbos latinos. E a consequente tradução latino-italiano, italiano-latino e mais o português que muito me auxilia. Estudo pesado de morfologia e uns tequinhos de sintaxe. Todo dia. Mas milhões de insigths linguiísticos. Uma vera ricchezza para quem ensina e estuda línguas. E para facilitar tudo, a vida me presenteou com a Sara, uma linda capricorniana. Só podia, só podia. Ela me busca em casa e nós seguimos o caminho das pedras, dos Alpes, declinando vocábulos, conjugando verbos e rindo, é claro. Fazer com, fazer junto, em companhia é tudo de bom, né?
Ah, e esta é para uma amiga, recém impegnata, não vou dizer quem, em nome da privacy, vou dizer somente que acho lindas as acepções desta palavra italiana. Estar impegnata é estar comprometida, é ter laços com alguém, mas também que dizer impegno, lavoro, coisas a fazer. E uma acepção se mistura à outra. Palavra boa para Saturno em Libra, não?
Mas, então, voltando: dentre as centenas de vocábulos da studiare e memorizzare, hoje nos foi apresentado este:
Saturnalia, ium: um vocábulo do terceiro grupo da 3° declinação, neutro e com occorência somente em plural, um Pluralia tantum.
Declinando:
Saturnalia - as Saturnálias
Saturnalium – das Saturnálias
Saturnalibus – às Saturnálias
Saturnalia – as Saturnálias ( complemento objeto direto)
Saturnalia – ó, Satunálias!
Saturnalibus – por meio das Saturnálias, a causa das Saturnálias.
Ió Saturnália! Este não esquecerei, jamais, mai!
Ah, e a minha trilha sonora de hoje é calma, é paz:
E um maravilhoso venerdì, fim de tarde e noite com Vênus, pra eu e você, você e eu.
Fiuuuuuuuuu….novos ventos sopraram aqui, aí e acolá. E o Milo enlaçou-me a cintura. Ventos de Justiça. Justiça essa que vem da conformidade com o que é direito, harmônico, justo. A verdadeira justiça nasce da Arte e do Amor. Ars et Amor não é Milo? Ele respondeu que sim – e passou as mãos pelos meus quadris dizendo: equus! Danado. Sim, equilíbrio, Milo. E digo mais: a civilidade e as civilizações brotaram daí, do êxtase que proporciona a arte, a beleza, o equilíbrio. A arte é filha ou mãe da beleza? O Milo sorriu pra minha dúvida.
Fiuuuuuuuuu….sopraram de novo os ventos. Beijaram-me as pernas e quase levantaram-me a saia. Quase. E eu me rio dos suspiros do Milo. Ventos que pedem que nos responsabilizemos pelos altos valores civis que provêm – que nascem primeiro – da busca de igualdade e harmonia dentro das nossas relações. E da educação. Educação pela pedra? Não, da educação pela ética e pela estética. A Educação deve ser da mesma família da Delicadeza e da Sabedoria. E sem isso tudo não existe civilização, nem solução. E muito menos tesão. O Milo sorriu de novo, dividindo a atenção das palavras com pernas e ventos que brincam com saias.

Smaaack !!! O Milo despediu-se com um beijo. E foi-se. Pôs-se a caminho, foi erotizar outros mundos.
E eu volto para as declinações latinas. Ars, artis et Amor, oris. Mas antes disso, desejo que eu e você, você e eu – e o mundo todo – cresçamos assim. Educatio cum amori. O Milo também.
Segue a festa, a Festa Saturnalis, as Saturnálias, festas de Saturno! Porque Saturnus é tudo de bom.
Smack! Fiuuuuuuuuuuuu……………
Post scriptum: Non è bellissimo questo Saturno in Bilancia di Milo Manara?
Sim! eu sou uma boleira, uma goleira!
Quebrei os ossos, do ofício e agora?
Estou enjaulada numa tipóia tecnológica de Seu Turno, movimentos angulares de trave em Saturno!
Saturno é minha irmã Analy que disse agora aí: “respeite o que houve, algum motivo tem!”
Encontrei o Acuio na faixa de gaza hoje e tomamos café, agora estou bem ![]()
Vou arregaçar a manga, passar a luva e voltar pro mundo da Lua repensar minha carreira!
Respeitar meu Urano, o tempo e as asas, enquanto isso:
Só algo anos 80, chapinha, canecalon e a lembranca do meu amigo André Ducci que disse:
“- Quem manda ser atleta na terceira idade!?”
Hahahahahahahaha
Fifty/fifty estou bem e frustada, mas o céu me abraça!

Goleira
Até amanhã João, beijo na linda Daniela Sheifler e na Baum!
Se me fosse dada a oportunidade de voltar no tempo e eu tivesse que escolher um só lugar para ir, escolheria viajar até século III a.C. e conheceria a biblioteca de Alexandria, no Egito. Por quê? Ah porque ela foi a maior biblioteca do mundo antigo construída em época Ptlomaica, depois de Alexandre Magno. Imaginem todos os textos antigos ali enrolados em papiros, organizados conforme a ciência e a importância. Seria uma festa para os históricos da língua, para os literatos, para os homens de ciência e para uma curiosa como eu.
Infelizmente, essa biblioteca foi destruída, não se sabe bem como, provavelmente em um incêndio entre os séculos II e IV depois de Cristo. Mas imaginem só que, antes mesmo de construí-la, os intelectuais da época, selecionavam as obras mais importantes do mundo helenístico e descartavam aquelas que eles julgavam de menos monta. Certamente, muita coisa se perdeu em tal seleção. Uma coisa é certa: as raízes da nossa civilização estão ali, nos gregos. Depois os latinos beberam naquela fonte e se apropriaram de quase tudo, comeram, deglutiram, mastigaram não o Caetano, mas os gregos.
Agora, se me fosse dada uma segunda chance de viajar no tempo eu iria com a minha pequena, mas sempre fiel câmera fotográfica, gravar a fala e a vida dos romanos do I século a.C, em época Augustea. Já imaginaram? Teríamos registros orais e visivos de Horácio, Virgílio, Ovídio e Cicerone, todos eles antropófagos do mundo grego. Poderíamos gravar os grafites dos muros da coloridíssima Roma. Sabiam que os romanos amavam o grafite e a cor vermelha?
Conheceríamos, ainda, as mulheres romanas, seus costumes, o modo como influenciavam a conturbada política do final da idade republicana. Conheceríamos o Senado! Seria uma festa para os históricos e curiosos de todas as áreas. Outra coisa que possivelmente recuperaríamos é a fala do latim clássico que floresceu justamente à época de Augusto. Hoje, se têm poucos documentos que podem colocar um pouco de luz na fala do latim vulgar. Recuperar a fala do latim clássico, então, é ainda mais difícil. Ahá, chegamos finalmente no cerne da questão. Como é que se pronuncia afinal de contas o Io Saturnalia? Pergunta difícil essa. Mas, vamos por partes.
Em primeiro lugar devemos ter claro que a fala do latim clássico se perdeu com o passar dos dias e das noites dos tempos. Para se ter uma idéia, no latim clássico existiam 10 vogais tônicas e 10 átonas, ou seja, 10 vogais que poderiam ocupar sílabas acentuadas ou não. A diferença na duração dos sons vocálicos podia ocorrer tanto em sílaba tônica, quanto em átona. Esse timbre do latim é desconhecido pra nós.
Vogais latinas: Ĭ Ī Ē Ĕ Ă Ā Ō Ŏ Ū Ŭ
As longas vêm acompanhas de um tracinho e as breves de um semi-círculo. Vejam este exemplo do latim clássico: LĬBER ‘livro’ e LĪBER ‘livre’. Alguém arrisca a pronúncia desses “is” do latim? Os latinos sabiam!
Dependendo da duração desse ‘i’ se dizia uma coisa ou outra. Imaginem a confusão que uma duração mal feita poderia provocar. Mas voltemos então ao nosso problema. O Io, num dicionário latino, vem definido assim:
ĭō:interjeição exclamativa, parte indeclinável do discurso.
Io: Viva!
1-(expressão de alegria) viva!
2-(expressão de dor) ah! oh! ai de mim!
3-(como apelativo) olá!
E como se pronuncia?
Em latim clássico não temos como saber. Mas podemos analisar a transformação que se deu até as línguas vulgares e escolher uma das pronúncias. Por exemplo: em italiano, o i breve do latim, ou seja o Ĭ se transforma em ‘e’ fechado, como o ‘e’ de cabelo, diferente do ‘e’ de belo. E a vogal ‘o’ longa do latim, ou seja, Ō se transforma em um ‘o’ fechado, como o ‘o’ de ouro. Então, o som de ĭō no italiano seria EO. Já no português o Ĭ do latim se transforma em ‘i’, enquanto que Ō se transforma em um ‘o’ aberto, como em olhos. Então, este mesmo ĭō, em português vira Ió! Vale lembrar que essas transformações, em linguística histórica, obedecem a uma série de contextos e por isso mesmo existem exceções à regra, sempre. Por exemplo:o PĬLUM latino em italiano é pélo e em português pêlo. Essa palavra se pronuncia da mesma forma nas duas línguas, com o ‘e’ fechado. Então o Ĭ nesse caso produziu um ‘e’ fechado seja no italiano como no português, contradizendo a regra. Já a palavra latina SŌLEM produz em italiano sóle (o fechado) e em português sol (o aberto) e nesse caso confirma a transformação.
Qual das pronúncias vocês preferem? Eu fico com o português!
Ió Saturnalia!
Salve, salve, Saturno! Na antiga Roma, todo dia 17 de Dezembro, era o início das festas em homenagem a Saturno – as Saturnais. Ou, simplesmente, Saturnália – o orgiástico carnaval em homenagem ao deus-agricultor.
Do dia 17 até 23 de Dezembro, bebia-se, comia-se, fartava-se com os prazeres da terra. Todo prazer vem do corpo. Cada habitante da cidade trazia um prato e uma bebida e o banquete se fazia. O modus operandi da festinha americana se inspirou nas Saturnais, creio. Assim como o Natal, com a sua troca de presentes sem orgia. O carnaval adotou a orgia, o fim da hierarquia e o Rei Momo.
Durante a Saturnália, a hierarquia social era abolida. Os escravos sentavam à mesa e faziam-se servir pelos patrões. Jogos de azar eram liberados. A orgia sexual uma dádiva e prescrita. As Saturnais concediam liberdade aos presos que, por sua vez, depositavam suas algemas como oferendas no templo de Saturno, o deus-canibal, o deus-sátiro. A alegria reinava nos 7 dias de festa ininterrupta.
Sinta-se convidado a trazer uma oferenda, uma prenda, uma comida, uma guloseima e seu corpo – em forma de comentários e posts.
E saiba: a festa somente começa após o grito para chamar Saturno. O grito é assim: Ióoooooooo Sa-tur-ná-li-a!

Saturno entre Capricórnio e Aquário, 1280
Angera. Província de Varese, Itália.
Seguindo o modelo da iconografia medieval, Saturno aparece sentado em um trono, assim como os imperadores, assim como Jesus Cristo. O autor é desconhecido. Na Idade Média a concepção de autoria ainda não era difusa. Saturno é o deus do tempo e a serpente que ele tem em mãos é o símbolo do eterno retorno.
Estava só esperando a Lua entrar em Virgem para escrever este post, pois este será uma dica importantíssima de saúde. além disso, tem tudo a ver com a conjunção do Sol com Saturno.
Quando aqui cheguei, não levou muito tempo para que me aparecesse acne. Mudança no clima, na incidência solar, na alimentação, enfim, ouvi de tudo. Eu cá com meus botões acho que um dos grandes problemas é o aquecimento exagerado nas casas e estabelecimentos.
Ou isto ou aquilo, não importa, o fato é comecei a peregrinar por dermatologistas mil, a fazer exames de sangue, controle hormonal, muita água e atenção mais que especialíssima à alimentação. E nada! Em junho deste ano o problema se agravou. People, espinhas debaixo da pele doem a valer. Uma amiga minha brasileira estava com o mesmo problema me soltou esta pérola: pô, agora que a gente fez 30 e devia começar a fazer tratamentos anti-rugas, temos que fazer tratamento pra acne? Pois é. Dureza.
Problemas de pele tem a ver com limites. A pele é o limite do corpo. E o maior órgão que temos, também. E limite é Saturno. Lembram do Capricórnio: dor nos joelhos, nas juntas, nos ossos?
Foi então que apareceu uma luz no fim do túnel, o Cláudio, um colega de trabalho, gaúcho ele também, me disse: vou te trazer um pé de babosa, guria, e tu vais ver como vais melhorar! E trouxe. E eu passei a usar. E…O PROBLEMA SE FOI!
Junto com a babosa, mais especificamente o aloe vera dela, eu segui com o tratamento da dermato. Não dá pra saber com certeza quem fez o quê. Mas quem precisa de certezas, né? O fato é que eu me abri pra babosa e o seu super poder de cicatrização.
Libertus Sum! E por uma pele livre de dores.
“Saturnus, Saturno, grafado, por vezes, Saeturnus, (…), é relacionado, por etimologia popular, com satus, particípio do verbo serere, “plantar, semear”, para justificar ter sido ele, em Roma, o deus das “sementeiras”, como esposo de Ops Consiua, “a prodigalizadora da Abundância”. (Junito Brandão em Dicionário Mítico-Etimológico, Vozes)
“(…) Saturnus proviria de satus do verbo serere, “semear, plantar”; a aproximação com saturare, “saciar, fartar”, é falsa, mas bem de acordo com sua função: um deus da abundância.” (novamente Junito em Mitologia Grega, Vozes)
Outra música para Saturno, Cronos, o Senhor do Tempo:
Encontrei a Saturna:
(…) Com ele viviam duas mulheres: camareira uma, senhorita de nome a outra. Na cozinha e, nas duras lidas domésticas, no entanto, as duas se ajudavam mutuamente e se confundiam. Não havendo uma distinção hierárquica, a sua perfeita e fraterna camaradagem se devia ao humilhar-se da senhorita, mais do que à presunção da camareira. Esta última se chamava Saturna. Sempre vestida de preto a causa da recente viuvez, era alta e magra. Seca. Havia olhos negros e uma postura um tanto quanto masculina. A perda do marido pedreiro, numa queda no trabalho, lhe havia consentido de colocar o filho num orfanato para que ela pudesse trabalhar, pela primeira vez na sua vida.(…)
Tradução livre de Tristana, de Benito Pérez Galdós.
Muita gente vê em House o signo do Fogo. O comentário que mais me chamou a atenção, foi o da Monica, afirmando que House é Quirão, o curador ferido. E, por conseqüência, ou antes, do signo de Sagitário – o que me fez repensar o assunto.
A Monica também tem razão. E gostaria de lembrar mais uma vez: a Lua do lançamento da série está em conjunção com Quirão, o centauro ferido– o que é uma boa pista.
Eu disse no post anterior: se fosse escolher um planeta do mapa do lançamento da série, diria que House é Lua por causa do humor flutuante. Mas como essa Lua está em Capricórnio conjunto a Quirão num signo de Saturno, podemos dizer que House é a Lua em Capricórnio + Quirão + Saturno.
House sofre de febre melancólica, bílis negra em ebulição. A Lua, como vocês bem sabem, está exilada em Capricórnio. House sente-se exilado socialmente, como é comum a este posicionamento. Mas seria uma estupidez não considerar Quirão nesta análise. Conheço uma terapeuta da pesada que tem Sol conjunto a Quirão. Também usa bengala como House. A terapeuta é do Capricórnio.
Quirão foi nomeado no céu pelos astrônomos em 1976, mas ele sempre existiu na cultura greco-romana. Na astrologia, o significador de qualquer ferida incurável, era atribuído a Saturno – por isso o coxo como atributo de Saturno. Por isso não quis chamar a atenção à Quirão, o eterno ferido, porque investigo as atribuições astrológicas antigas. Mas vamos ao Centauro ferido…
O pai de Quirão é Saturno, a mãe, Filira. Saturno transmitiu-lhe conhecimentos de medicina, magia, arte de adivinhar o futuro (prognóstico?), astronomia e música. Quirão cuidou da educação de Aquiles, Céfalo, Teseu, Ulisses, Jasão, Esculápio e de mais quem fizesse parte de sua “equipe médica”. Quando ao lado de Hércules, lutava contra os Centauros beberrões, estes filhos de Axião, foi atingido acidentalmente por uma flecha do herói. Atingido no peito, segundo alguns. Sofrendo dores terríveis, pediu a Plutão que o acolhesse nos Infernos. Para que pudesse morrer, cedeu sua imortalidade a Prometeu. Júpiter, em homenagem, colocou Quirão no céu, onde forma a constelação de Sagitário.
Então, quem disse que House é Sagitário, pode ter matado a charada.
Mas me digam os viciados em House de plantão: em nenhum momento da série comemora-se o aniversário do House?
E acabou de voltar de lá, moçada. Roma estava pegando fogo. Sol e calor no cocorutu o tempo todo, 35 graus à sombra. Ulalá. Mas, assim, jogo rápido e, aproveitando que a Lua ainda está no signo da cabra, lá vai:
Como vocês bem sabem, as Saturnálias eram festas dedicadas ao deus agricultor, Saturno. Saturno é uma antiquíssima divindade itálica, considerado o fundador e protetor da agricultura, certo? Pois então, foi em Roma, no Fórum Romano, que ergueram o primeiro Templo em homenagem a ele, para que o deus continuasse protegendo as colheitas e ensinando aos homens os princípios da agricultura.
Este Templo aqui, ó (ou o que resta dele):
E era na Via Sacra do Fórum Romano, perto do Templo, que aconteciam as Saturnálias, as festas em homenagem ao já referido deus. Uhúuuu
Aqui, ó:
Na foto eu estou gritando Io Saturnália, claro
Io Saturnáliiaaaaa, Libertus Sum!
Na sequência, conto mais.
Saturno também é chamado de Cronos. Na bem na verdade, cada um é um Deus, mas a mistura rolou entre os gregos (Cronos) e romanos (Saturno), então… A seguir uma canção a Saturno, o Rei da Saturnália! Vai, vai, vai… vem comigo:
A-há! Esta também é para o Deus Saturno: