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Archive for the ‘Signos’ Category

Lua na Véia, Lua em Capricórnio, Lua minguante

quarta-feira, março 10th, 2010

A Lua está em Capricórnio.
Capricórnio é o signo do velho.
Cabra tem cara de velha e tem chifres.
Saturno rege Capricórnio, Saturno – O Velho.
Lua é mulher e quando está na sua fase minguante, é mulher velha.
Lua em Capricórnio minguando é a mulher velha com chifre.

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O glifo de Câncer

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010
Não é o glifo de Câncer de pé?

Não é o glifo de Câncer de pé?

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Calendário Pirelli e o zodíaco

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010
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O mito de Capricórnio

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010

Conta o mito que a Cabra do Céu, Capricórnio, é a Cabra Amaltéia, ama de leite de Júpiter. Amaltéia descendia de Hélio, o Sol, e era feia que o diabo. Devido ao seu aspecto monstruoso, os titãs a temiam e suplicaram à Terra que a escondesse numa caverna em Creta. Há quem diga que a cabra ama de leite era uma ninfa.

Amaltéia era medonha, mas era generosa. Um dia brincava com Júpiter e acabou tendo um dos seus chifres quebrados. Para compensá-la, o futuro dono do mundo prometeu-lhe que o corno despejaria abundância, flores e frutos para todo sempre. E as ninfas seriam as primeiras atendidas em seus desejos. A Cornucópia (corno da abundância) simboliza a profusão eterna e gratuita dos dons divinos.

Quando a Cabra Amaltéia morreu, Júpiter fez da sua pele, que era imbatível, a Égide, escudo que o ajudou na luta contra os Titãs. Por sua gratidão aos cuidados recebidos da Cabra quando criança, Júpiter a colocou no Céu, brilhando na constelação de Capricórnio. E lá está entre Sagitário e Ganimedes, a ninfa cabra ama-de-leite Amaltéia.

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Outra versão diz que Capricórnio é Pã, o sátiro, que teria sido transformado em bode por Júpiter ao vê-lo em apuros com o gigante Tifão (depois Manilius, astrólogo romano, vai chamar a casa 2 e 8 de Tifão). Pã, cujo o nome significa ‘tudo’, é descrito como meio homem, meio bode. Habitava os bosques e personificava a fecundidade e a potência sexual, e assediava quem passava na frente dos seus cornos. Já Tifão era um gigante. A cabeça tocava as estrelas e os braços estendidos iam do Oriente ao Ocidente. O corpo era coberto de plumas e, da cintura pra baixo, rodeado de serpentes. Nos ombros, cem cabeças de dragão. Pã ajudou Júpiter na batalha contra Tifão, por isso o Deus do Olimpo o protegeu.

Capricórnio: cabra, ninfa e Pã – deus dos bosques.

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O glifo de Peixes

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010
E não é assim que a gente desenha Peixes? Sim, é assim.clica na imagem e descubra da onde vem

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Ser pato no zodíaco é dureza

segunda-feira, fevereiro 8th, 2010

Com vocês, Glauco Mattoso, Sol em Câncer, Ascendente em Escorpião e Marte em Gêmeos. Gentilmente, Mattoso cedeu um soneto da sua lavra:

SONETO ASTROLÓGICO

No azar do tempo, câncer é meu signo.
Meu ascendente é sina, com certeza.
As cartas, já marcadas, sobre a mesa
só rezam que ao destino me resigno.

Como estigmatizado, me persigno.
Meu mapa astral não dá qualquer defesa.
Ser pato no zodíaco é dureza. Se feio,
então, não tem futuro digno.

Na tal constelação do Caranguejo
está um buraco negro gigantesco,
origem do glaucoma malfazejo.

Só mesmo um cosmo novo, ainda fresco,
reserva-me outra vida que, antevejo,
será sob um horóscopo momesco…

Glauco Mattoso

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BBB 10, e a Lua tirana, moralista

quarta-feira, fevereiro 3rd, 2010

Ontem no BBB 10 foi dia de eliminação. Todos já sabem: a Tessália foi pro pau. Tessália é Sol e Júpiter em Áries (por isso aquela sede competitiva acima da média) e Lua em Virgem. Hoje, vindo pro consultório, me deparei com uma velha feia com olhos reprovadores. Os olhos cheios de censura eram o que a fazia horrorosa. Olhos reprovadores, sem falar da boquinha de nojo. Tessália, enquanto esteve no BBB 10, ou levava a mão à boca, sinalizando espanto, horror, ou arregalava seus bonitos olhos, como que dizendo que não acreditava no que estava acontecendo. Virgem pode ficar assim, cheios de julgamentos moralistas, chatins, perfeitins. O famoso caga-regras. Um signo que, aos poucos, se for safo, cospe fora sua culpa e moralismo. “Mas mãe, não vai sujar a rua toda?” Pedro Bial fez o seguinte discurso à Lua em Virgem, a Lua que tem com a Tessália:


>> por João Acuio

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Lua em virgem

terça-feira, fevereiro 2nd, 2010
organize-se, nem que seja fechando o armário!

organize-se, nem que seja fechando o armário!

>> por Constance

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Leão leoa

sábado, janeiro 30th, 2010

Da Gal Costa meu cabelo belo como a juba de um leão pra lua do dia.

Toda de vermelho e andando de um lado pro outro. Aí você espera que ela vá gritar, como na interpretação mais famosa dessa música, mas não: Gal vai pianinho pianinho, mostrando que leão também surpreende: às vezes não ataca.

Mas, quando ataca, você não vai querer estar por perto.

Duzentos quilos de leãozinho em cima da dançarina, algumas costelas quebradas, quem mandou querer ser a bonita do palco? Tem horas que a gente tem que ser coadjuvante mesmo, senão vira ração.

Marcos Visnadi

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BBB 10, Lia Pinto de Leão I

sábado, janeiro 30th, 2010

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Ontem, sábado, dia 29, o BBB 10 exibiu o embate entre Lia e Elenita, as últimas que restaram de uma difícil prova de resistência. Lia e Elenita, nas vésperas, quase arrancaram os olhos uma da outra. Ali, como leoas enjauladas, após muitas horas, levantando e respirando e se encarando (veja no site do BBB o tipo da prova), Lia saiu vitoriosa. Lia acabou fazendo xixi ali mesmo. Mijar é marcar território. A Lua estava em Leão. Marte, o da competição, constelado nos céus. No horóscopo de ontem, escrevi: “Ao meio-dia, mais ou menos, o humor do dia ingressa Leão, quero dizer, a Lua. É hora de brilhar, não ofuscar. É a fera de cada um, por dentro, só cuidando, mijando pelos cantos como um cachorro marcando território.” Lia tem pau. Depois do embate leonino, Lia e Elenita declararam respeito mútuo. Dizia anteontem na FNAC que Leão é a fera que há dentro de cada um de nós e não é possível matá-lo, crime inafiançável. O único jeito é respeitar o Leão que habita as trevas solares do ser humano. Lia e Elenita saíram da prova uma admirando a força da outra.

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Io! Saturnalia!

segunda-feira, janeiro 25th, 2010

A Parede do Saturnália

segunda-feira, janeiro 25th, 2010

Bom dia, Saturnália! É hoje!
A semana esotérica Fnac, em parceria com o Saturnália, começa hoje e vai até quinta-feira, sempre às 18h30 na Fnac Curitiba do ParkShopping Barigui. Estão todos convidados!
Um dos atrativos do evento será a projeção das fotografias documentadas aqui no site desde o início de novembro de 2009, quando comecei a publicar, até hoje. Incluindo fotografias do evento da Semana Saturnália, os festejos ao Deus Saturno, que comemoramos em dezembro do ano passado, vocês lembram?
Pois então, tudo isso está devidamente retratado e vinculado aos movimentos celestes e seus respectivos regentes no video “Parede” que será projetado no telão do café da Fnac. Eis:

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Mão boba

sexta-feira, janeiro 22nd, 2010

De boba a mão não tem nada. Trabalhos manuais são associados ao signo de Virgem.

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Poemas(s) da Cabra por João Cabral de Melo Neto

sexta-feira, janeiro 15th, 2010

Poema(s) da Cabra

João Cabral de Melo Neto

Nas margens do Mediterrâneo
não se vê um palmo de terra
que a terra tivesse esquecido
de fazer converter em pedra.

Nas margens do Mediterrâneo
Não se vê um palmo de pedra
que a pedra tivesse esquecido
de ocupar com sua fera.

Ali, onde nenhuma linha
pode lembrar, porque mais doce,
o que até chega a parecer
suave serra de uma foice,

não se vê um palmo de terra
por mais pedra ou fera que seja,
que a cabra não tenha ocupado
com sua planta fibrosa e negra.

1

A cabra é negra. Mas seu negro
não é o negro do ébano douto
(que é quase azul) ou o negro rico
do jacarandá (mais bem roxo).

O negro da cabra é o negro
do preto, do pobre, do pouco.
Negro da poeira, que é cinzento.
Negro da ferrugem, que é fosco.

Negro do feio, às vezes branco.
Ou o negro do pardo, que é pardo.
disso que não chega a ter cor
ou perdeu toda cor no gasto.

É o negro da segunda classe.
Do inferior (que é sempre opaco).
Disso que não pode ter cor
porque em negro sai mais barato.

2

Se o negro quer dizer noturno
o negro da cabra é solar.
Não é o da cabra o negro noite.
É o negro de sol. Luminar.

Será o negro do queimado
mais que o negro da escuridão.
Negra é do sol que acumulou.
É o negro mais bem do carvão.

Não é o negro do macabro.
Negro funeral. Nem do luto.
Tampouco é o negro do mistério,
de braços cruzados, eunuco.

É mesmo o negro do carvão.
O negro da hulha. Do coque.
Negro que pode haver na pólvora:
negro de vida, não de morte.

3

O negro da cabra é o negro
da natureza dela cabra.
Mesmo dessa que não é negra,
como a do Moxotó, que é clara.

O negro é o duro que há no fundo
da cabra. De seu natural.
Tal no fundo da terra há pedra,
no fundo da pedra, metal.

O negro é o duro que há no fundo
da natureza sem orvalho
que é a da cabra, esse animal
sem folhas, só raiz e talo,

que é a da cabra, esse animal
de alma-caroço, de alma córnea,
sem moelas, úmidos, lábios,
pão sem miolo, apenas côdea.

4

Quem já encontrou uma cabra
que tivesse ritmos domésticos?
O grosso derrame do porco,
da vaca, do sono e de tédio?

Quem encontrou cabra que fosse
animal de sociedade?
Tal o cão, o gato, o cavalo,
diletos do homem e da arte?

A cabra guarda todo o arisco,
rebelde, do animal selvagem,
viva demais que é para ser
animal dos de luxo ou pajem.

Viva demais para não ser,
quando colaboracionista,
o reduzido irredutível,
o inconformado conformista.

5

A cabra é o melhor instrumento
de verrumar a terra magra.
Por dentro da serra e da seca
não chega onde chega a cabra.

Se a serra é terra, a cabra é pedra.
Se a serra é pedra, é pedernal.
Sua boca é sempre mais dura
que a serra, não importa qual.

A cabra tem o dente frio,
a insolência do que mastiga.
Por isso o homem vive da cabra
mas sempre a vê como inimiga.

Por isso quem vive da cabra
e não é capaz do seu braço
desconfia sempre da cabra:
diz que tem parte com o Diabo.

6

Não é pelo vício da pedra,
por preferir a pedra à folha.
É que a cabra é expulsa do verde,
trancada do lado de fora.

A cabra é trancada por dentro.
Condenada à caatinga seca.
Liberta, no vasto sem nada,
proibida, na verdura estreita.

Leva no pescoço uma canga
que a impede de furar as cercas.
Leva os muros do próprio cárcere:
prisioneira e carcereira.

Liberdade de fome e sede
da ambulante prisioneira.
Não é que ela busque o difícil:
é que a sabem capaz de pedra.

7

A vida da cabra não deixa
lazer para ser fina ou lírica
(tal o urubu, que em doces linhas
voa à procura da carniça).

Vive a cabra contra a pendente,
sem os êxtases das decidas.
Viver para a cabra não é
re-ruminar-se introspectiva.

É, literalmente, cavar
a vida sob a superfície,
que a cabra, proibida de folhas,
tem de desentranhar raízes.

Eis porque é a cabra grosseira,
de mãos ásperas, realista.
Eis porque, mesmo ruminando,
não é jamais contemplativa.

8

O núcleo de cabra é visível
por debaixo de muitas coisas.
Com a natureza da cabra
outras aprendem sua crosta.

Um núcleo de cabra é visível
em certos atributos roucos
que têm as coisas obrigadas
a fazer de seu corpo couro.

A fazer de seu couro sola,
a armar-se em couraças, escamas:
como se dá com certas coisas
e muitas condições humanas.

Os jumentos são animais
que muito aprenderam com a cabra.
O nordestino, convivendo-a,
fez-se de sua mesma casta.

9

O núcleo de cabra é visível
debaixo do homem do Nordeste.
Da cabra lhe vem o escarpado
e o estofo nervudo que o enche.

Se adivinha o núcleo de cabra
no jeito de existir, Cardozo,
que reponta sob seu gesto
como esqueleto sob o corpo.

E é outra ossatura mais forte
que o esqueleto comum, de todos;
debaixo do próprio esqueleto,
no fundo centro de seus ossos.

A cabra deu ao nordestino
esse esqueleto mais de dentro:
o aço do osso, que resiste
quando o osso perde seu cimento.

*

O Mediterrâneo é mar clássico,
com águas de mármore azul.
Em nada me lembra das águas
sem marca do rio Pajeú.

As ondas do Mediterrâneo
estão no mármore traçadas.
Nos rios do Sertão, se existe,
a água corre despenteada.

As margens do Mediterrâneo
parecem deserto balcão.
Deserto, mas de terras nobres
não da piçarra do Sertão.

Mas não minto o Mediterrâneo
nem sua atmosfera maior
descrevendo-lhe as cabras negras
em termos da do Moxotó.

Texto extraído do livro “João Cabral de Melo Neto – Obra completa”, Editora Nova Aguilar – Rio de Janeiro, 1994, pág. 254.

***

João é um Capricórnio com Lua em Virgem.

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Astrologia Divertida de Will Eisner

sexta-feira, janeiro 8th, 2010

Aí está um livro bárbaro de astrologia: Astrologia Divertida de Will Eisner, o mestre dos quadrinhos. Eisner, um pisciano, dá uma estupenda aula sobre os 12 signos do zodíaco. Clique abaixo, na imagem, e faça o download desta obra rara e esgotada.

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Ainda é cedo

domingo, janeiro 3rd, 2010

Câncer é querer ouvir Legião. E aí a onda canceriana de voltar pro passado se aprofunda quando também se quer ver os clipes antigos da banda.

Quem fazia estes clipes? Surreal.

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Microróscopo – sobre os signos do zodíaco
Horóscopo do Dia
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O céu do dia
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