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	<title>Saturnália &#187; fernando pessoa</title>
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	<description>Acreditar nos sinais, acreditar nos instrumentos e nas estrelas. Oswald de Andrade</description>
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		<title>A vida é crua (ou &#8220;Se te queres matar&#8230;&#8221;)</title>
		<link>http://saturnalia.com.br/2010/03/a-vida-e-crua-ou-se-te-queres-matar/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 13:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Visnadi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[caranguejo]]></category>
		<category><![CDATA[cavaleiros do zodíaco]]></category>
		<category><![CDATA[fernando pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[herberto helder]]></category>
		<category><![CDATA[hilda hilst]]></category>
		<category><![CDATA[lua em escorpião]]></category>
		<category><![CDATA[vênus em touro]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é dia de Vênus massagear o mundo e botar a gente pra pastar no conforto. Por outro lado, vai lá a Lua entrando no bicho-feio, o Escorpião, que mora escondido e pica quem chega perto. Aqui na Biblioteca do Saturnália caiu da prateleira aquele poeminha emo do Álvaro de Campos Se te queres matar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saturnalia.com.br/2010/03/dia-31-venus-em-touro/" target="_blank">Hoje</a> é dia de Vênus massagear o mundo e botar a gente pra pastar no conforto. Por outro lado, vai lá a Lua entrando no bicho-feio, o Escorpião, que mora escondido e pica quem chega perto. Aqui na Biblioteca do Saturnália caiu da prateleira aquele poeminha <em>emo</em> do Álvaro de Campos</p>
<blockquote><p>Se te queres matar, por que não te queres matar?<br />
Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,<br />
Se ousasse matar-me, também me mataria&#8230;<br />
Ah, se ousares, ousa!<br />
De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas<br />
A que chamamos o mundo?<br />
A cinematografia das horas representadas<br />
Por atores de convenções e poses determinadas,<br />
O circo policromo do nosso dinamismo sem fím?<br />
De que te serve o teu mundo interior que desconheces?<br />
Talvez, matando-te, o conheças finalmente&#8230;<br />
Talvez, acabando, comeces&#8230;<br />
E, de qualquer forma, se te cansa seres,<br />
Ah, cansa-te nobremente,<br />
E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,<br />
Não saúdes como eu a morte em literatura!<br />
(&#8230;)</p></blockquote>
<p>e a gente começa a pensar que se matar é mesmo muito fácil, até já fizeram livro de receitas pra isso (<em>Suicídio: modo de usar</em>. Googleie se achar interessante). Na Biblioteca é fácil também as prateleiras caírem todas em cima da gente. Quem se mata está pensando no quê?</p>
<blockquote><p>Perdi o caminho do de dentro de mim mesmo. vou esmaecendo. girassóis e sombras, ouro e luto, contrastes. via a mulher aquele dia e tocava-lhe o rosto, mas segundo os outros, tocava o nada, não havia mulher alguma ali, eu desenhava-lhe o contorno, ela sorria, havia até cheiros, esse da flor da noite, forte forte. as unhazinhas roídas. e vi o rato também. assustei-me. pelos pelos. tenho muito medo de pelos. de penas não. por isso é que gosto de galinhas. de patos. de pássaros. entrei no lago Averno. lá não há pássaros. é a estrada do sem fim o lago Averno. aí uns grandalhões me sorriram: vai entrar no lago sim. escureceu. vi uma trilha de fogo, e anjos dourados sobre negros cavalos. vi um que comandava. barbas, elmo, os cascos dos cavalos esmagavam cabeças de velhos, de crianças, de cordeiros, quando me viu soltou um urro e gritou: &#8220;aquele!&#8221; aquele era eu, nem tive tempo de olhar para trás e ver se havia um outro, certamente havia, porque pensei absurdo isso de me pensar um alvo do Criador, justo eu, que quando lhe ouço o nome enfio-me debaixo das camas dos tapetes fico atrás das retretes e solto-me inteiro, o buraco se alarga trombetando zurros e cheiros, &#8220;Lá vem Ele&#8221; alguém me diz e atiro-me nos profundos do lago, e não é que Ele vem ainda montado no negro cavalo? vem. brilhos, faíscas, um tamanho salseiro, o cavalo estaca bufando, e Ele se achega e ronrona ao meu ouvido: te amo. desço em espirais, sou um lobo entre o roxo e o gris, na descida vou devorando nacos de mim, tenho também matizes cinza e prata no dorso, fagulhas do purpúreo de um bispo endomingado, rosno a missa entre dentes, vou repetindo <em>memento mori</em> e alguém me diz &#8220;está errado&#8221;, isto é ainda aquilo dos corredores, tens que dizer <em>ite missa est</em>, então sou um lobo togado, masturbo-me no escuro, me vejo deitado num poento assoalho, uma coruja esvoeja pardacenta, digo-me estou bêbado, repenso a receita, é aquela mesma? rememoro:</p>
<p>38. tiro na têmpora. cabo de madrepérola. última e brilhosa visão estética. atenção: não tremer. os que têm Parkinson evitem essa última solução. eu não tenho Parkinson. tremo. mas raramente.</p>
<p>(Hilda Hilst, <em>Estar sendo. Ter sido</em>)</p></blockquote>
<p>Só pra você saber: a Hilda Hilst era taurina e acabou não se matando. Morreu de velha. Taurinos também mandam na morte, embora bois não tenham muita escolha. Fiquei sabendo, por acaso, que quem inventou o corredor de abatedouro, esse que permite centenas de boizinhos sendo mortos em escala industrial sem que nenhum deles se desespere, foi uma mulher autista nos Estados Unidos que tinha horror a toques e a espaços abertos, mas observando uma vaca ser morta percebeu que em espaços fechados ela (a vaca, mas também a mulher) ficava muito mais calminha. Simultaneamente ao abate do gado, ela acabou inventando um novo modo de clinicar crianças autistas que é sucesso até hoje.</p>
<p>Mas voltando ao assunto anterior, selecionei mais um trecho de livro pra vocês. Depois eu paro.</p>
<blockquote><p>(&#8230;)</p>
<p>Uma tendência irresistível para engolir alfinetes e outros objectos pontiagudos causou a morte de um homem.<br />
O cavalheiro em questão dedicava-se àquela prática havia dez anos, e fê-lo com bastante assiduidade.<br />
Após a autópsia, verificou-se que o seu estômago continha considerável porção de objectos em diversas qualidades de metal, desde o aço ao cobre, passando mesmo pela prata.</p>
<p>Um homem de 30 anos encontra-se em estado de coma, após haver tentado suicidar-se comendo uma sanduíche de pão com lâmina de barbear.</p>
<p>Uma senhora entrou num armeiro, sacou de um revólver e declarou ao empregado: &#8220;As balas que me vendeu ontem não prestam.&#8221;<br />
Desejando demonstrá-lo, voltou o cano da arma em direcção à sua própria cabeça e premiu o gatilho. Ouviu-se a detonação, e a senhora caiu morta.</p>
<p>Antes de se suicidar com gás, um pacato cidadão de uma cidade de província deixou sobre a mesa de cabeceira o dinheiro para o padeiro e o leiteiro. E colocou à porta de casa um grande papel com os dizeres: &#8220;Cuidado com o gás.&#8221;</p>
<p>a) Um homem colocou uma carga de dinamite em cima da cabeça, pôs o chapéu, acendeu a mecha e começou a andar tranquilamente.<br />
b) Uma mulher grávida sentiu tão fortes desejos de comer rações para cavalos que se suicidou à punhalada, por o marido não lhe satisfazer esse capricho.<br />
c) Um indivíduo foi pelos ares com uma explosão de dinamite, em frente da mãe, devido à recusa dela em deixar de beber vinho.<br />
d) Um outro confessou que, tendo pedido dinheiro à mãe para ir beber vinho e como ela lho não desse, se enfureceu e depois de tentar estrangulá-la com um cordel a assassinara à machadada, deitando em seguida fogo à casa. Afirmou não estar arrependido, &#8220;pois tinha toda a razão&#8221;.</p>
<p>(Herberto Helder, <em>Photomaton &amp; Vox</em>)</p></blockquote>
<p>Boa quarta-feira, dia de Mercúrio.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>&gt;&gt; Marcos Visnadi</strong></p>
<p><strong>ADENDO</strong></p>
<p>A gente aqui recebeu, por email, o seguinte comentário a respeito deste post.</p>
<blockquote><p><em>Caro Marcos,<br />
adorei os textos q postou hj, foi pura massagem e vinho.<br />
Porém o comentário sobre a inventora do curral de mangueira (que acalma vaca) precisa de um adendo, o q essa cientista super especial fez foi mudar a forma dos corredores (o curral de mangueira já existia), colocou curvas fazendo com q a vaca não veja a frente e entre e ande ali mais calma.<br />
Mas a sua grande invenção foi a maquina do abraço, parece um caixão forrado que se infla por dentro dando a sensação de aconchego, fazendo o autista apreciar o contato como um abraço (já q abraço de verdade de outra pessoa eles não suportam) e ficar calmo, relaxado.<br />
abç<br />
Megg</em></p></blockquote>
<p> </p>
<p>Cara Megg,</p>
<p>muito obrigado pelo email. Essa história da vaca e do autista eu ouvi numa entrevista com a Claire Danes, acho, naquele programa do David Letterman. Parece que ela fez um filme de televisão nos States sobre a vida dessa mulher cientista.</p>
<p>Eu aqui continuo achando um horror a calma no abatedouro. Não tem nada a ver com ser carnívoro ou vegetariano, nem com dozinho de bicho; tem a ver com modos de produção alienantes e, simbolicamente, com a nossa própria situação de gente mansa. Quanto a esse segundo ponto, já dizia o Torquato Neto: leve um homem e um boi a um matadouro. O que berrar mais na hora do perigo é o homem. Nem que seja o boi.</p>
<p>Torquato Neto, esse sim, se matou. Com a cabeça no forno, se não me engano. E a citação acima não fala de mulheres nem de vacas.</p>
<p>Mas ética à parte, a simbologia escorpiana aqui é fora de série, vocês não acham? A tal cientista botou <strong>curvas</strong> no corredor para que a vaca <strong>não veja</strong> à frente e caminhe <strong>mais calma para a morte</strong>. Além disso, inventou um <strong>caixão que abraça!</strong></p>
<p>O que me faz lembrar que, naquela série Cavaleiros do Zodíaco (quem mais assistia?), o mais cruel e mortífero dos Cavaleiros de Ouro era o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1scara_da_Morte_de_C%C3%A2ncer" target="_blank"><strong>Máscara da Morte</strong></a>, cuja casa tinha paredes enfeitadas com os rostos agonizantes de suas vítimas. E quem ele era? Ninguém menos do que o Cavaleiro de Câncer! &#8220;Caixão que abraça&#8221; são as próprias garras do Caranguejo.</p>
<p>Muito obrigado, Megg e pessoal que visita a Saturnália.</p>
<p>Marcos Visnadi</p>
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		<title>Ondas e Luas, mulheres (uma conversa sobre navegação)</title>
		<link>http://saturnalia.com.br/2009/08/ondas-e-luas-mulheres-uma-conversa-sobre-navegacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 03:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karen Tortato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biblioteca do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Na trilha do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Saturnálias]]></category>
		<category><![CDATA[amyr klink]]></category>
		<category><![CDATA[fernando pessoa]]></category>

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		<description><![CDATA[O esforço é grande, o homem é pequeno, Eu, Diogo Cão, navegador, deixei Este padrão ao pé do areal Moreno e para deante, naveguei A alma é divina e a obra é imperfeita. Este padrão signala ao vento e aos céus Que na obra ousada, é a minha parte feita: o por-fazer é só com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saturnalia.com.br/io/wp-content/uploads/2009/08/hokusai2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-944" src="http://saturnalia.com.br/io/wp-content/uploads/2009/08/hokusai2-1024x692.jpg" alt="hokusai" width="1024" height="692" /></a></p>
<p><em>O esforço é grande, o homem é pequeno,</em></p>
<p><em>Eu, Diogo Cão, navegador, deixei</em></p>
<p><em>Este padrão ao pé do areal Moreno</em></p>
<p><em>e para deante, naveguei</em></p>
<p><em>A alma é divina e a obra é imperfeita.</em></p>
<p><em>Este padrão signala ao vento e aos céus</em></p>
<p><em>Que na obra ousada, é a minha parte feita:</em></p>
<p><em>o por-fazer é só com Deus.</em></p>
<p><em>E ao imenso e possível oceano</em></p>
<p><em>Ensinam estas Quinas, que aqui vês.</em></p>
<p><em>Que o mar com fim será grego ou romano:</em></p>
<p><em>o mar sem fim é português.</em></p>
<p><strong>Fernando Pessoa</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Como este poema, o navegador Amyr Klink atravessou os perigos do Atlântico Sul à bordo de um barco à remo, coisa praticamente insana naquela época e com ajuda da alta tecnologia e várias inteligências de navegação, ele partiu do porto de Lüderitz, na costa da Namíbia, África, o navegador então com 29 anos de idade aportou solitariamente cem dias depois na Praia da Espera, no litoral baiano. Em 18 de setembro de 1984 aportou em Salvador, sendo por “navegador solitário”.</p>
<p>Em seu livro, que li como forma de superar meus medos diante de uma espera infinita que dura 4 anos, recebi uma força excomunal de fazer acreditar naquilo que a gente busca. Aja fôlego, obrigada pelas forças do mar e de meus amigos saturnálicos.  Fora isso, fora ler o livro na espera do meu tão sonhado VISA, com a minha luazinha de capri entrando em meu porto de aguadeiro, me chamou atenção a passagem onde ele, Amyr se orientando por barômetros e bússolas, por famílias de peixes dourados que o acompanharam demonstrando confiança no ritmo, ataques de tubarões gulosos por marcas no casco, por colônias de larvas, atormentando por baleias gigantes e as incíveis ondas regidas pela Lua, trancrevo aqui alguns detalhes que me chamaram atenção no livro, parafraseando um post do Acuio (que cito mais abaixo) sobre as viúvas, naturalmente falarei de mulheres e suas luas.</p>
<p>Acompanhem o que Amyr Klink descreve sobre a nomenclatura divertida das ondas, que de acordo com as Luas, se comportam como mulheres em períodos de nascentes ou crescentes humores, enigmáticas formas de acordar e supreendentes formas de dormir, mulheres ondas que de ciclo em ciclo assustavam o navegador, ora como viúvas, ora como amantes, ora como madrastas impiedosas e más&#8230;</p>
<p>&#8220;E, assim, entre discussões e mal-entendidos com as ondas, passei a coviver suportavelmente com seus humores. Senti que não deveriam ser xingadas quando me enfureciam, pois sempre respondem à altura.</p>
<p>Desse forçado relacionamento, surgiu, no meu diário, uma classificação não muito ortodoxa para as ondas&#8230;</p>
<p><strong>As Madames</strong></p>
<p>Ondas imensas, com cristas e colares formando muito espuma branca, mas que, com toda pompa, não me faziam mal algum.</p>
<p><strong>As Fresquinhas</strong></p>
<p>Não eram grandes, mas sempre se sobressaíam.</p>
<p><strong>As Cuspideiras</strong></p>
<p>Pequenas e mal-intencionadas e nunca deixavam a roupa secar direito, pregam peças e são de lua.</p>
<p><strong>As Comadres</strong></p>
<p>Parecem amigas, mas não são de confiança. De vez em quando acertam o barco por trás.</p>
<p><strong>As Perdidas</strong></p>
<p>Chegam com a lua nova e o mar agitado, atacando por todos os lados, tontas, cansadas, chegam a 9 metros de altura e me deixam desprotegido e vulnerável.</p>
<p><strong>As Viúvas</strong></p>
<p>Nunca avisam a hora de chegar e são impetuosas, silenciosas, insistentes e caem repentinamente conforme a Lua muda. Desaparecem por tempos e voltam quando algo está normal.</p>
<p><strong>As Madrastas</strong></p>
<p>Com elas é capotagem certa.</p>
<p>E você, <strong>mulher? </strong>Que <strong>tipo de onda você está?</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Pra relembrar mais um pouquinho da Rua Augusta, uma parada nossa, <strong>pra ouvir Adriana Calcanhoto, que é Lua em Capri como eu:</strong></p>
<p><a class="aligncenter" title="Vambora" href="http://www.youtube-nocookie.com/v/WAjDc8_AZXY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1%5C%22%20type=%5C%22application/x-shockwave-flash%5C%22%20allowscriptaccess=%5C%22always%5C%22%20allowfullscreen=%5C%22true%5C%22%20width=%5C%22445%5C%22%20height=%5C%22364%5C%22%3E%3C/span%3E%3C/span%3E" target="_self"><strong>Marítimo de Adriana Calcanhoto</strong></a></p>
<p>Beijos da aguadeira sonhadora <strong>Karen</strong> &#8220;alga marinha&#8221; <strong>Tortato</strong></p>
<p><strong>legenda da foto:</strong> A Onda de Hokusai: que será tatuado nas minhas &#8220;costas marítimas&#8221; hora dessas.</p>
<p><strong>Mais sobre Hokusai?</strong> quem é esse tal de Hokusai?<br />
<a class="alignleft" title="mais sobre Hokusai" href="http://culturanalise.blogspot.com/2005/05/onda-de-hokusai.html" target="_blank">http://culturanalise.blogspot.com/2005/05/onda-de-hokusai.html</a></p>
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