Dramaturgias de Casa 7 ou narrativas do Antagonista

O Outro é quem vem lá

Casa 7 do mapa da gente é o Outro.

A gente olha o Outro, qualquer outro, e o que encontramos é o que está na 7: planetas regentes – por domicílio, exaltação e triplicidade – e planetas ali, posicionados. Mas, neste momento, fiquemos apenas com os regentes por domicílio e exaltação.

Quando a Casa 7 é de Áries:
Marte e Sol.
Touro: Vênus e Lua.
Gêmeos: Mercúrio.
Cancer: Lua e Júpiter.
Leão: Sol.
Virgem: Mercúrio.
Libra: Vênus e Saturno.
Escorpião: Marte.
Sagitário: Júpiter.
Capricórnio: Saturno e Marte.
Aquário: Saturno.
Peixes: Júpiter e Vênus.

Quer dizer, se você é ascendente em Leão, todo trabalhado no Sol, o Outro é Saturno, regente do Aguadeiro, lembrando sempre dos limitantes limites.

Se você é ascendente Touro, todo trabalhado no conforto lunar e venusiano, o Outro é Marte, regente do Escorpião. Em outras palavras: o Outro Marte faz com que Touro mova-se do sofá.

O Outro é quem nos obriga a ser outro. O Outro que somos.

Casa 7 é o território do casamento, associações e inimigos declarados. A Casa 7 é sempre um tapa na cara do narcisismo nosso de cada dia.

A condição celeste dos regentes da 7 nos contarão como se dá a dramaturgia com o Outro, cena dramática angular, isto é, estrutural e estruturante para que o nativo/a possa se tornar pessoa.

E sempre acho extraordinário pensar que astrólogo é a casa 7 do querente, de quem o procura. E vice-versa.

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